A Vports ocupa uma posição singular no setor de infraestrutura logística brasileiro: é a primeira e única autoridade portuária privada do país. Com operações no Porto de Capuaba, em Vila Velha, seu porto de maior movimentação, responsável por receber contêineres, veículos elétricos e carga geral, no Porto de Vitória e no Porto de Barra do Riacho, em Aracruz, a empresa conecta o Espírito Santo ao restante do Brasil e ao mundo.

Em pouco mais de três anos de existência, a Vports construiu uma trajetória marcada por investimentos sólidos em infraestrutura, desenvolvimento e segurança. A certificação ISO 27001 versão 2022 — uma das mais rigorosas em gestão de segurança da informação — reflete o nível de governança que a empresa se impôs desde o início.

Com esse perfil, era inevitável que, em algum momento, a tecnologia de gestão precisasse estar à altura da ambição operacional. Confira o case da empresa com o ERP para serviços!

O problema: um sistema parado no tempo

O ERP anterior da Vports carregava limitações que se tornavam cada vez mais evidentes conforme a operação crescia. A fragilidade do sistema não era apenas técnica — ela se traduzia em riscos reais para a gestão do negócio.

“Eu sempre vi o ERP anterior de uma forma frágil. Vi as necessidades da Vports: maior segurança de informação, dados em tempo real. A gente tinha um sistema muito parado no tempo, sem informações claras, sem segurança”, relata a liderança da empresa.

Para uma organização certificada ISO 27001, operar com um sistema que não oferecia confiabilidade de dados era uma contradição que precisava ser resolvida. A Vports precisava de uma plataforma que sustentasse não apenas sua operação atual, mas o crescimento que estava por vir.

A escolha: SAP GROW como fundação para escalar

A decisão pelo SAP GROW não foi tomada por impulso. A Vports conduziu uma pesquisa de mercado estruturada, avaliando parceiros e soluções com critério. O SAP se destacou por um conjunto de atributos que conversavam diretamente com as necessidades da empresa.

“O GROW é uma ferramenta própria para o crescimento, uma ferramenta que conta com core limpo. Isso facilita a escalabilidade do negócio e facilita elevar os níveis de governança e transparência”, explica a equipe da Vports.

Core limpo significa um sistema sem customizações excessivas que, com o tempo, se tornam obstáculos para atualizações e evolução. Para uma empresa jovem e em expansão, construir sobre uma base sólida e padronizada é uma decisão estratégica que paga dividendos no longo prazo. Entenda a arquitetura do SAP S/4HANA em detalhes.

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A implementação: 7 meses, com transparência e parceria real

Migrar um sistema de gestão em uma operação portuária ativa é, por definição, um projeto crítico. Não há janela para erros que comprometam a operação de contêineres, veículos e cargas que transitam pelos terminais diariamente.

A Vports completou a migração em pouco mais de sete meses com o suporte próximo do time da Megawork em cada etapa do processo.

“Todo o processo de migração de sistema é um processo complicado, é um processo crítico. Aqui na Vports a gente pôde passar por essa migração em pouco mais de 7 meses. Contamos com o apoio do time especializado da Mega, que nos deu todo o apoio e suporte necessário para que essa migração ocorresse da forma mais transparente possível”, relata a equipe da empresa.

A palavra “transparente” não é casual. Em projetos de alta complexidade, a transparência no relacionamento entre cliente e consultoria, sobre riscos, obstáculos e decisões, é o que diferencia uma parceria real de uma relação fornecedor-cliente. A Vports viveu isso na prática.

“Tivemos momentos difíceis que superamos juntos. Problema a gente supera juntos. Isso é uma parceria, parceria até o final, e culminou com o sucesso do projeto”, afirma a liderança.

Por que a Megawork: expertise em concessões, histórico comprovado

A escolha da Megawork como parceira de implementação seguiu o mesmo rigor da seleção pela plataforma. Dois fatores se destacaram na decisão.

O primeiro foi o track record em projetos de grande porte — um critério inegociável para uma operação portuária da envergadura da Vports. O segundo, e talvez mais determinante, foi a experiência prévia da Megawork com outros portos e concessões.

“A Megawork já trabalhou com outros portos e até mesmo outras concessões. Temos um parceiro que já conhece o setor de concessão. Isso com certeza fez um grande diferencial na escolha”, destaca a liderança da Vports.

Conhecer o setor não é um detalhe operacional. Em projetos de ERP para concessões portuárias, onde os processos regulatórios, fiscais e operacionais têm especificidades que consultores generalistas desconhecem, ter um parceiro com experiência setorial reduz riscos, acelera a curva de aprendizado e eleva a qualidade das entregas.

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A trajetória da Vports comprova que inovação e rigor não são opostos. Uma empresa jovem, certificada ISO 27001, operando em um dos setores mais exigentes da economia brasileira, fez uma escolha tecnológica à altura de sua ambição e executou a implementação com a seriedade que o projeto exigia.

Para empresas do setor portuário, de infraestrutura e de concessões que ainda operam com sistemas frágeis e sem visibilidade de dados, o case da Vports é um espelho direto: o momento de agir é antes que a limitação tecnológica se torne um gargalo operacional.

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